O “What the Fuck?” Pelo Mundo – Porto Alegre (Parte I)

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Ciente de seu papel como catalisador das mudanças sócio-políticas mundiais, o “What the Fuck?” procura sempre estar na vanguarda do jornalismo e dos meios de comunicação em geral. Nada mais natural, portanto, que ampliássemos o escopo de nossas atividades para além de uma mera cobertura dos acontecimentos globais, como vistos de dentro de nossas casas, na cidade de Curitiba.

É com grande orgulho, então, que inicio a primeira de muitas reportagens turísticas (sim, igualzinho ao Fantástico). O destino? A Capital dos Gaúchos, A Mui Leal e Valerosa Porto Alegre!

Mas bah, tchê! Quantos prédios!

Antes de mais nada, preciso contar a história desde o início, não é mesmo? Inspirando-se então no gonzo journalism de Hunter S. Thompson, lá vamos nós (no caso, eu).

Bem, depois de uma longa viagem do extermo noroeste de Curitiba para São José dos Pinhais (que, para quem não sabe, faz fronteira com o extremo sudeste de Curitiba), chego ao Aeroporto Internacional Afonso Pena. Afinal, quem é Afonso Pena? Ora, meus caros, trata-se dos 6o. Presidente do Brasil, único membro do gabinete de D. Pedro II a se eleger presidente, figura ilustríssima, cujo lema era “Governar é Povoar”, e o qual será eternamente lembrado como o nome de um Aeroporto que nem em Curitiba fica. Ah, a glória!

 

Affonso Penna, segundo as normas gramticais de outrora

Affonso Penna, segundo as normas gramaticais de outrora

Bem, retornando ao assunto, chego finalmente ao Aeroporto, e qual não é minha surpresa ao perceber que perdi o vôo. Eba! Nada como esperar 5 horas até o próximo avião. E desembolsar uma grana pra trocar os bilhetes (financiados, assim como toda a viagem, pela Whatthefuck Communications and Media Inc.). Isso que dá sair de casa atrasado – e confiar no trânsito de Curitiba, “a cidade com o melhor sistema de transportes do Brasil”.

Obviamente tive que comer enquanto esperava o próximo vôo, e nada melhor que comida de aeroporto, certo? Sim, certo, desde que por “certo” você queira dizer “completamente errado”. A comida de aeroporto, ao menos daqueles de cidades como Curitiba (aeroportos que ficam longe de tudo), representa o pior custo-benefício da gastronomia mundial. Você paga muito, como pouco e come mal. Se eu derrubasse o folhado de presunto e queijo que comprei (por uns 10 reais, e do tamanho de um selo), ele cairia até o chão como uma folha de papel solta pelo ar, de tão sem recheio que era. Juro. É a safadeza dos comerciantes, que aproveitam para cobrar caro só porque turistas e homens de negócio, cheios da grana, estão dispostos a jogar dinheiro fora.

Anyway, 9 horas no relógio, embarco para Porto Alegre. “Uma hora de vôo e estarei em solo porto-alegrense…”

 

To Be Continued...

To Be Continued...

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4 Respostas to “O “What the Fuck?” Pelo Mundo – Porto Alegre (Parte I)”

  1. sabão guiné Says:

    tche. Esse desvio de verba não vai fica assim não rapá!

  2. smurfao Says:

    quino 3 é do guiné

  3. O “What the Fuck” Pelo Mundo - Porto Alegre (Parte II) « WTF? Says:

    […] O “What the Fuck” Pelo Mundo – Porto Alegre (Parte II) By uratani Parte I aqui […]

  4. O “What the Fuck” Pelo Mundo - Porto Alegre (Parte III - Final) « WTF? Says:

    […] O “What the Fuck” Pelo Mundo – Porto Alegre (Parte III – Final) By uratani Parte I […]

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