O “What the Fuck” Pelo Mundo – Porto Alegre (Parte II)

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Parte I aqui

Continuando minha odisséia jornalística pelas terras gaúchas, finalmente aterrisso em Porto Alegre. Divido essa “Parte II” em duas seções: Baboseiras Geográficas Pontos Turísticos

 

Baboseiras Geográficas

Mercado Público de Porto Alegre

Para aqueles que moram em Curitiba, aqui vão umas comparações para se ter uma idéia de como é a cidade (para habitantes de outras regiões, isso não vai valer muito, mas vamos lá):

-Curitiba é maior em população, mas menor em área, e POA tem uma região metropolitana maior. Resultado: a impressão é de que aqui é realmente uma cidade grande, mais para os moldes de São Paulo (montes de viadutos e etc; a cidade é dividida em Zonas [tchê])

-Assim como a maioria das metrópoles brasileiras, é uma cidade de contrastes: existem regiões muito ricas e bonitas, enquanto outras são simplesmente deploráveis (pense em Batel x Vila Pinto). A violência, no entanto, parece ser mais espalhada do que em Curitiba (onde ela tende a se concentrar nas periferias)

 

Pontos Turísticos

Pôr-do-Sol no Guaiba

Pôr-do-sol no Guaíba

-Guaíba: não há consenso entre os portoalegrenses, mas trata-se de um rio/lago/estuário. Estende-se ao longo de grande parte da cidade, e possui diversos pontos turísticos em suas margens, como a Usina do Gasômetro. O Guaíba é famoso por seu pôr-do-sol, aparentemente de tirar o fôlego. Na experiência deste humilde blogueiro, em nenhum momento senti falta de ar.

-Brique da Redenção: feirinha hippie, menor que a feirinha do Largo da Ordem, porém mais moderna – aqui eles aceitam Visa. Sério. Pra falar a verdade, faz muito tempo que eu não vou na feirinha do Largo, então não sei se lá eles aceitam Visa também. De qualquer maneira, é um exemplo de economia globalizada, né não?

Visa. Presente em todos os momentos. Até na barraca do hippie maconheiro que vende pulseirinhas artesanais.

Visa. Presente em todos os momentos. Até na barraca do hippie maconheiro que vende pulseirinhas artesanais.

 

-Estátua do Laçador: eleito o símbolo da capital gaúcha, de maneira similar ao prédio da UFPR na Santos Andrade, em Curitiba. As semelhanças param aí. Nem preciso dizer mais nada, né? Basta uma foto:

Vale acrescentar que depois que o Inter ganhou o Mundial de 2006, colocaram uma camisa colorada na estátua. Ah, esses gaúchos, são uns sarristas mesmo!

-Calçada da Fama: É mais ou menos a Avenida Batel daqui de Porto Alegre. Situada no bairro mais riquinho e chiquezinho daqui (o Moinhos de Vento), concentra diversos bares e lojas de alto nível. Destaque para o Dado Pub, barzinho que serve as cervejas e chopes da microcervejaria Dado Bier. O chope weiss é excelente.

 

-Velho Tarado: não é exatamente um ponto turístico, mas sim uma figura folclórica da cidade, nos moldes de Oil Man em Curitiba, porém sem a mesma fama. Deve ser porque, ao invés de andar de bicicleta pelo centro da cidade todo besuntado de óleo bronzeador, o Velho Tarado gosta de exibir seu membro (e por membro eu quero dizer seu caralho) a todos aqueles que cruzam seu caminho nas noites de Porto Alegre. Pelo menos o Oil Man é inofensivo…

Inofensivo, eu?

Inofensivo, eu?

 

-Rua Garibaldi, entre a Voluntários da Pátria e a Av. Farrapos: aqui é point mais famoso das putas da cidade, coincidentemente também o point das piores putas da cidade. Também conhecida como UTI (última tentativa do indivíduo), agrega o que há de pior no mundo da prostituição. Existem boatos de que a força gravitacional nesse trecho de rua é, na realidade, 10 vezes maior do que a normal – só isso pra explicar as deformações apresentadas pelas mulheres que trabalham no local. Na moral, só vendo pra crer. E para aqueles que vão dizer “E o que você estava fazendo lá no meio da madrugada?”, respondo: a rua fica numa região muito movimentada da cidade, e as prostitutas trabalham à luz do dia mesmo, sem nenhum pudor. Isso é que é raça!

Essa é a mais gata da rua

Essa é a mais gata da rua

Sério, mal se distinguem feições humanas nelas. Elas não são mulheres feias, elas queriam ser feias – só que não há plástica que funcione. Existem até aquelas que, além de feias, queriam ser mulheres, mas isso já é outra história…

 

Amanhã (ou depois), a brilhante conclusão da trilogia desta saga portoalegrense. Aguarde!

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3 Respostas to “O “What the Fuck” Pelo Mundo – Porto Alegre (Parte II)”

  1. Gaucho Says:

    A estatua do laçador é demais. Só fica atrás da do romario.
    e outra, vai dizer que você não curtiu o velho tarado? tchêee

  2. zecoala Says:

    pelo menos em algumas barracas q eu fui há uns 6 meses atrás tinha como pagar com VISA.

  3. smurfao Says:

    para de fuma peido joao

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